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Castlevania

Legiões de implacáveis e estranhas criaturas descem sobre nós, mas conseguimos escapar e experimentar o Castlevania.

Tal como um cavaleiro das cruzadas, se vais defrontar o senhor dos mortos-vivos vais querer utilizar a maior espada a que conseguires deitar as tuas luvas medievais, não é? Nós também, mas o herói de Castlevania não pensa como nós e, pensamos que o que vai acontecer, é uma valente sova de chicote ao Dracula. Bem-vindo ao já conhecido mundo de Castlevania, que em breve vai adquirir mais uma dimensão quando chegar à PS2 no próximo ano.

Para todos os que já conhecem a série clássica, o Castlevania para a PS2 funciona como uma prequela para a miríade de títulos de deslocamento lateral e grandes sovas do passado. Jogas no papel de Leon Belmont, o primeiro membro da família Belmont a defrontar o cadáver de capa, o Dracula. Depois de a sua senhora ter sido raptada pelo homem-morcego, o próprio Leon arma-se com um punhal e dá início à perseguição, parando apenas para comprar um chicote a um vendedor de beira de estrada.

Em 3D, Castlevania tem uma jogabilidade e um visual bastante semelhante ao Devil May Cry e a Chaos Legion da Capcom, desde o aspecto da personagem principal - cabelo semi-comprido e roupas compridas fluidas (desta vez, uma indumentária tipo cruzado). Tal como com DMC2, passas por uma porta e, depois de um rápido período de carregamento, é apresentada uma sala onde residem várias criaturas das trevas para lhes tratares da saúde. A frenética pressão de botões pode resultar em combinações básicas, mas para um máximo efeito vais precisar de ludibriar os atacantes com uma combinação de ataques fracos, fortes e especiais... hum, um pouco como o DMC2.

Se os fantásticos esqueletos animados e os morcegos sanguinários começarem a ser demais para ti, podes sempre invocar os teus poderes sagrados para te ajudar no combate, muito ao estilo dos desenhos animados japoneses. O nosso favorito eleva o Leon no ar e rodeia-o com cruzes grandes e giratórias com cerca de 3 metros de altura. Este é para todos os nossos leitores católicos.

Cada ataque com êxito resulta num espectáculo de pirotecnia acompanhado de um longo texto, indicando quantos golpes com êxito conseguiste na tua combinação e o nível de danos conseguidos. Num jogo mais lento isto seria excelente, mas num frenético título de combate com chicotes como este, resulta apenas num ecrã cheio de material que não junta grande qualidade ao jogo.

Só pudemos experimentar o Castlevania durante pouco tempo, e talvez mais para a frente no jogo, sejamos surpreendidos com agradáveis surpresas, mas, de momento, parece-nos um ataque da Konami à coroa de DMC. Não que nos estejamos a queixar: a mais feroz concorrência resulta nos melhores jogos e Castlevania está, definitivamente, nesse caminho.


fonte: http://pt.playstation.com/printerFriendly.jhtml?storyId=104342_pt_PT_PREV
Galeria (divulgação):
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